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Ikan 116S Display Led Industrial 1 Linha 16/8 Modbus Rohs

Leandro Roisenberg

Introdução

O Ikan-116S display LED industrial da ICP DAS é um display industrial compacto de LED 1 linha 16 caracteres projetado para aplicações que exigem leitura clara de informações em painéis e processos industriais. Neste artigo abordamos funcionalidades, comunicação Modbus RTU, integração com SCADA integration e cenários IIoT, entregando orientação prática para engenheiros de automação e integradores. Desde normas aplicáveis (por exemplo, IEC 62368-1, IEC 60529) até recomendações de instalação, o conteúdo busca alta precisão técnica e aplicabilidade imediata.

Apresento uma visão técnica e operacional: características elétricas, interfaces, montagem e exemplos de uso em linhas de produção, utilities e painéis retrofit. Incluo tabelas de especificações, procedimentos de configuração Modbus RTU e checklists de diagnóstico para reduzir MTTR. Encorajo a interação: pergunte, comente e compartilhe desafios reais para que possamos aprofundar cenários específicos.

No texto uso termos relevantes ao universo de fontes de alimentação e automação (por exemplo, PFC, MTBF, IP rating, paridade, baudrate) para facilitar o alinhamento com projetos industriais e requisitos de conformidade. Referências e links técnicos internos são fornecidos para leitura complementar e para acessar produtos e documentação.

Introdução ao Ikan-116S — O que é, para que serve e visão geral

O Ikan-116S é um display LED industrial de 1 linha com 16 caracteres, otimizado para leitura remota e painéis de controle. Ele atua como um indicador visual para dados numéricos e alfanuméricos transmitidos via Modbus RTU, tornando-o apto para SCADA integration e painéis HMI simples. A construção robusta atende ambientes industriais, com considerações de proteção e conformidade RoHS.

Funcionalidades básicas incluem brilho ajustável, endereçamento Modbus configurável, e compatibilidade com tensões de alimentação industriais. Do ponto de vista elétrico, recomenda-se avaliar fatores como consumo, inrush e proteção (fusíveis, supressão de transientes) compatíveis com normas como IEC 62368-1. Para confiabilidade, especificações típicas incluem MTBF elevado (>50.000–100.000 h dependendo do modelo) e componentes de longa vida útil.

Visão de uso: o Ikan-116S é indicado para mostrar contadores, setpoints, status de processo e alarmes em painéis fixos. Ele se integra facilmente a CLPs e gateways Modbus, servindo tanto projetos novos quanto retrofits de painéis legado. Para aplicações que exigem essa robustez, a série Ikan-116S da ICP DAS é a solução ideal. Confira as especificações completas na página do produto e solicite cotação conforme sua aplicação: https://www.lri.com.br/ikan-116s-display-led-industrial-1-linha-16/8-caracteres-modbus-small-rohs

Principais aplicações e setores atendidos pelo Ikan-116S

O Ikan-116S encontra aplicação em manufatura, utilidades (water/wastewater), energia, alimentos & bebidas e OEMs. Usos típicos incluem painéis de operação, bancos de medição, indicadores de fila, e displays de status de máquinas. Sua leitura rápida e comunicação via Modbus RTU facilita integração com sistemas de supervisão e controle.

Em linhas de produção, o display serve como contador de peças, indicador de velocidade e painel de turno para operadores. Em utilities, é útil para exibir medidas pontuais (pressão, vazão) ou alarmes locais. Em ambientes IIoT, ele pode funcionar como ponto de exibição local enquanto os dados são encaminhados para gateways MQTT/OPC UA para análise em nuvem.

O Ikan-116S também é adequado para retrofit de painéis legados onde a substituição completa do HMI é inviável. A sua interface padrão e o baixo custo o tornam competitivo frente a displays genéricos, oferecendo durabilidade industrial e suporte técnico ICP DAS para integração.

Especificações técnicas do Ikan-116S — resumo técnico e tabela

A seguir um resumo condensado com as especificações elétricas, físicas e de comunicação essenciais para seleção de projeto. Estes dados são representativos; consulte a ficha técnica do produto para valores detalhados e condições limites. A tabela fornece referência rápida para arquiteturas de painel e verificação de compatibilidade.

Tabela de especificações principais (Formato, dimensões, consumo, montagem) Ikan-116S

Item Especificação
Formato LED 1 linha, 16 caracteres (7-seg/alfanumérico conforme versão)
Dimensões Painel frontal ~ (consultar ficha técnica) — corte padrão para montagem em painel
Alimentação Tensão nominal (ex.: 24 Vdc) — ver variações; consumo típico 50–200 mA
Consumo Potência típica dependente do brilho; prever margem para PFC e inrush
Montagem Montagem em painel por snap-in ou flange; espessura de painel suportada especificada
Comunicação Modbus RTU (RS-485), taxa configurável (baudrate), paridade, stop bits
Temperatura operação -20 °C a +60 °C (varia por modelo)
Proteção IP20 frontal interno; ver IEC 60529 para rating exato
Certificações Conformidade RoHS; compatibilidade com normas eletroeletrônicas aplicáveis
MTBF Superior a 50.000 h (estimado, depende de condições)

Para dados de corte de painel, torque de fixação e dimensões exatas, consulte a folha técnica do produto na página do fabricante. Para aplicações que exigem robustez e conformidade, veja também produtos complementares no catálogo da LRI.

Comunicação e protocolos (Modbus, endereçamento, taxa)

O Ikan-116S comunica via Modbus RTU sobre interface RS-485, suportando endereçamento de escravo e parâmetros de comunicação típicos: baudrate (ex.: 9600, 19200, 38400), paridade (None/Even/Odd) e stop bits (1/2). É fundamental alinhar estes parâmetros com o mestre (CLP/SCADA) para garantir trocas confiáveis. Exemplo: ID=1, 9600, Even, 1 stop bit.

Endereçamento permite múltiplos displays no mesmo barramento RS-485; use resistores de terminação e evitar reflexões para topologias longas. Implementações industriais devem contemplar isolamento galvânico do barramento quando próximas a fontes ruidosas (inversores, motores), garantindo integridade da comunicação. Para conversão a protocolos IIoT (MQTT/OPC UA), use gateways certificados ICP/terceiros com mapeamento de registradores.

Documentos de referência e tabelas de registradores são fornecidos pela ICP DAS; para integração com SCADA consulte o mapeamento de registros e exemplos em ferramentas como Kepware, Ignition ou soluções nativas. Para leitura técnica aprofundada sobre Modbus e integração, consulte: https://blog.lri.com.br/como-integrar-modbus-rtu-em-scada

Ambientais, certificações e conformidade RoHS

O equipamento segue requisitos de conformidade ambiental como RoHS e recomendações de segurança segundo normas aplicáveis (por exemplo, IEC 62368-1 para equipamentos de áudio/vídeo e TI quando aplicável). A proteção mecânica e ingressos seguem IEC 60529 (IP rating) — ver modelo para índice exato. Certificações locais (CE, UL) dependem da variante e local de comercialização.

Limites típicos de operação consideram temperatura, umidade relativa (geralmente 0–95% sem condensação) e vibração moderada. Para instalações em ambientes agressivos, considere proteção adicional (caixas NEMA/IP65) e avaliação de resistência a choques e EMI. Recomenda-se avaliar MTBF e condições de garantia para estimar vida útil no seu regime de operação.

Para documentação complementar sobre conformidade e guias de instalação elétrica, acesse artigos técnicos no blog LRI que tratam de boas práticas em painéis industriais: https://blog.lri.com.br/boas-praticas-iot-industrial

Importância, benefícios e diferenciais do Ikan-116S

O Ikan-116S oferece leitura clara, baixa latência e integração direta via Modbus RTU, reduzindo a complexidade de I/O no CLP e simplificando o mapeamento de tags em SCADA. Seu diferencial é a robustez de construção para painéis industriais e o custo-benefício frente a displays genéricos sem suporte técnico. A uniformidade dos protocolos facilita manutenção e documentação de projetos.

Benefícios operacionais incluem instalação rápida, atualização de firmware (quando aplicável) e compatibilidade com topologias RS-485 multiponto. Em termos de custo total de propriedade, o menor tempo de integração e a redução de retrabalho no painel geram economia significativa em projetos em larga escala. Além disso, o suporte ICP DAS auxilia em customizações e scripts para displays específicos.

Diferenciais técnicos: atenção ao consumo (compatível com alimentação 24 Vdc), opções de ajuste de brilho para ambientes com altas variações de luminosidade, e disponibilidade de documentação técnica para mapeamento Modbus. Para aplicações que exigem essa robustez, a série Ikan-116S da ICP DAS é a solução ideal. Confira as especificações e solicite cotação: https://www.lri.com.br/ikan-116s-display-led-industrial-1-linha-16/8-caracteres-modbus-small-rohs

Guia prático de instalação e uso do Ikan-116S — Como fazer/usar

A instalação começa pela preparação do painel: verifique o corte e a folga mecânica conforme a folha técnica. Fixe o display com as travas ou flanges indicadas, respeitando torque e espessura máxima do painel. Mantenha espaço para dissipação de calor e acesso aos terminais de comunicação e alimentação.

Conecte a alimentação observando polaridade e filtração contra ruídos; recomenda-se fonte com PFC quando em malha que alimente múltiplos dispositivos sensíveis. Aterramento adequado é crítico para reduzir ruído e garantir segurança: conecte o terminal de terra ao barramento de proteção do painel conforme norma local. Use proteção contra surtos/transientes se o ambiente tiver equipamentos de potência próximos.

Após energizar, configure parâmetros Modbus (ID, baudrate, paridade) via procedimentos indicados na documentação. Teste comunicação com utilitários de RS-485/Modbus (por exemplo, Modbus Poll) antes de integrar ao SCADA. Abra um checklist de validação incluindo testes de brilho, leitura de registradores e resposta a comandos de alteração de conteúdo.

Preparação e montagem mecânica (fixação, dimensões de painel)

Confirme dimensões de corte e folga com a especificação do fabricante; uma montagem incorreta pode comprometer vedação e dissipação térmica. Utilize ferramentas adequadas para evitar danos ao painel frontal e proteja a face do display durante a montagem para evitar arranhões. Para painéis com revestimento químico, verifique compatibilidade.

Evite montar próximo a fontes de calor (>60 °C) ou locais com condensação. Quando necessário, instale guias de ventilação ou dissipadores no painel. Em aplicações móveis ou sujeitas a vibração, considere fixadores adicionais e verificação periódica de torque.

Registre local de instalação e número de série para suporte e garantia. Manter documentação digital do layout do painel e das conexões facilita manutenções futuras e retrofits.

Conexão elétrica e cabeamento (alimentação, aterramento)

Use cabo apropriado para alimentação (bitola de acordo com corrente) e cabos trançados blindados para RS-485 para minimizar interferência. Respeite polaridade e dielétrico recomendados; proteja com fusível ou disjuntor dependente da topologia. Se possível, separe caminhos de alimentação e sinais.

Aterramento funcional e de proteção deve ser realizado conforme norma local (por exemplo, NR-10 no Brasil) e garantir baixa impedância até o barramento de terra. Em ambientes com alto ruído elétrico, utilize isoladores ou optoacopladores em gateways. Implementar resistores de terminação e bias no RS-485 quando necessário.

Documente as rotas de cabo e as terminações em esquemas elétricos. Para projetos críticos, valide com análise de integridade de sinal e estudos de EMC/EMI.

Configuração Modbus RTU — passo a passo (endereçamento, paridade, baudrate) Ikan-116S

1) Identifique os parâmetros padrão do display (por exemplo ID=1, 9600, Even, 1 stop). 2) Configure o mestre (CLP/SCADA) com os mesmos parâmetros. 3) Defina endereços únicos para cada display na linha RS-485.
Verifique a documentação do Ikan-116S para mapeamento de registradores (endereço de escrita/leitura para texto e comandos). Utilize ferramentas de diagnóstico (Modbus Poll) para ler escravos e confirmar resposta.
Ao configurar baudrate, escolha valores padronizados (9600 ou 19200) e valide estabilidade em toda a extensão do barramento; use terminação em extremidades.

Procedimentos de teste e verificação (ferramentas de diagnóstico)

Teste inicial: leitura de registradores básicos (versão, ID), comando para alterar texto e leitura de confirmação. Use analisadores de protocolo RS-485 e ferramentas Modbus para capturar frames e verificar CRC. Realize testes de estresse com troca contínua de mensagens por 24–72 horas para validar estabilidade.

Inclua testes em campo: variação de brilho, comportamento sob queda momentânea de alimentação e resposta a ruído eletromagnético. Valide tempos de resposta e latência para integração com alarms em SCADA. Documente resultados e parâmetros finais aprovados.

Mantenha um procedimento de rollback: caso atualização de firmware falhe, siga instruções do fabricante e mantenha backups de configurações. Para suporte técnico, reunir logs e capturas Modbus acelera resolução.

Manutenção preventiva e cuidados operacionais

Limpeza periódica com pano seco ou levemente umedecido; evite solventes que possam danificar a face do display. Verifique fixadores e conexões elétricas a intervalos regulares conforme ciclo de operação. Monitore logs de falhas se disponível via sistema supervisório.

Inspeções elétricas: cheque tensão de alimentação, ruído e integridade de terminação RS-485. Substitua cabos danificados e verifique isolamento e aterramento. Para ambientes corrosivos, planeje inspeções mais frequentes.

Registre substituições e histórico de manutenção para otimizar MTBF estimado e planejar estoques de peças de reposição. Em caso de dúvidas, contate o suporte técnico do distribuidor.

Integração do Ikan-116S com sistemas SCADA e plataformas IIoT

O Ikan-116S comunica via Modbus RTU, facilitando mapeamento direto de registradores em sistemas SCADA. Em uma arquitetura típica, os CLPs ou gateways coletam dados do display e convertem para tags do supervisório. O display atua como escravo simples, reduzindo carga no mestre.

Para IIoT, utilize gateways que convertem Modbus para MQTT ou OPC UA, permitindo envio de dados para nuvem. Estratégias de edge computing podem agregar, filtrar e enviar apenas eventos relevantes, reduzindo tráfego e custo de cloud. Atribua políticas de retenção e segurança dos dados conforme normas de compliance.

Implemente práticas de segurança: segmentação de rede industrial, uso de VLANs, autenticação dos gateways e criptografia entre edge e cloud. Backup de configurações e redundância de equipamentos críticos garantem resiliência operacional.

Integração via Modbus RTU com SCADA (mapeamento de registradores)

Mapeie registradores de leitura/escrita conforme tabela fornecida pelo fabricante e crie tags no SCADA correspondentes a cada endereço. Por exemplo, registrador 40001 para texto/valor principal, 40002 para controle de brilho. Documente offsets e tipos (INT, FLOAT, ASCII).

Valide leitura com ferramentas e em campo: executar leitura periódica e testar comandos de escrita. Para múltiplos displays, estabeleça polling schedule para evitar congestionamento do barramento. Ajuste timeouts e número de tentativas no driver Modbus.

Monitore performance do barramento (latência, erros CRC) e registre eventos de comunicação para diagnóstico. Use logs do SCADA para correlacionar falhas com eventos físicos no painel.

Conexão com gateways e conversão para MQTT/OPC UA

Use gateways compatíveis (por exemplo, ICP DAS ou parceiros) para converter registros Modbus em tópicos MQTT ou nós OPC UA. Configure mapeamento de tags, qualidade de dado (timestamp, status) e compressão de eventos para minimizar tráfego. Gateway deve suportar reconexão automática e fila de mensagens em caso de perda de conectividade.

Para MQTT, defina tópicos por dispositivo/painel e políticas QoS adequadas; para OPC UA, mantenha namespaces organizados por área/linha. Implemente autenticação, TLS e políticas de acesso na plataforma cloud. Planeje latência aceitável para uso em alarmes e indicadores críticos.

Teste ponta a ponta em ambiente de homologação antes do rollout e documente fluxos de dados e pontos de integração para suporte e auditoria.

Boas práticas de segurança e resiliência de rede

Segmente redes OT e IT, evite exposição direta de dispositivos Modbus à rede corporativa. Utilize firewalls, VLANs e gateways com controle de acesso. Habilite logs e monitoramento de eventos inusuais. Para redundância, implemente caminhos alternativos de comunicação e alimentações redundantes em pontos críticos.

Implemente políticas de atualização controladas (change management) e testes de regressão em bancada antes de aplicar firmware em produção. Crie rotinas de backup de configuração dos displays e gateways. Planeje SLAs para disponibilidade e resposta a incidentes.

Considere também proteções físicas contra acesso não autorizado ao painel e chaves ou senhas para alterar configurações críticas do display.

Exemplos práticos de uso do Ikan-116S — estudos de caso e cenários reais

A seguir três cenários práticos mostrando fluxo de dados, impacto operacional e configuração típica para cada caso. Estes exemplos ajudam a visualizar a implementação em ambientes reais e as melhores práticas para integração.

Caso 1 — Indicador de contagem em linha de montagem

Cenário: contador de peças alimentado por CLP que envia valor via Modbus para Ikan-116S. O display mostra contagem acumulada e alarme visual quando atingir meta. Benefício: feedback imediato para operador, reduzindo erros e tempo de parada.

Configuração: CLP como mestre, display ID único, registrador escrito periodicamente para atualização da tela. Use debounce e filtragem no CLP para evitar flutuações de contagem. Logs do SCADA podem armazenar histórico de produção.

Impacto operacional: aumento na aderência a objetivos de produção e redução de retrabalho; implementação com baixo custo e tempo de integração.

Caso 2 — Exibição de setpoints e alarmes em painéis de processo

Cenário: display exibe setpoint e estado de alarme de controlador PID. O operador pode visualizar variação sem abrir tela do HMI. Benefício: resposta mais rápida a desvios, menor necessidade de acessar HMI central.

Configuração: CLP atualiza texto e flags de alarme em registradores Modbus; display altera cor/ícone (se suportado) ou pisca para alarmes. Integração com SCADA para gravação de eventos e alarmes históricos.

Impacto: melhora na detecção precoce de falhas e redução de IHM congestionada com telas complexas.

Caso 3 — Integração em retrofit de painéis com SCADA legado

Cenário: substituição de displays analógicos por Ikan-116S em painel legado sem troca de CLP. Benefício: ganho de informação digital sem grande intervenção no CLP; facilidade de instalação.

Estratégia: usar um gateway Modbus pass-through ou mapear registradores existentes para novos displays. Validação em bancada e documentação das mudanças de endereçamento. Implementar testes regressivos antes do comissionamento.

Resultado: modernização incremental com menor CAPEX e riscos reduzidos.

Comparação técnica e posicionamento — Ikan-116S vs outros displays ICP DAS

O Ikan-116S se posiciona como opção econômica e robusta para indicação simples; modelos superiores podem oferecer múltiplas linhas, comunicação Ethernet, ou recursos gráficos. A escolha depende de complexidade do dado, necessidade de interação e orçamento. Avalie requisitos de leitura simultânea e interatividade.

Critérios de comparação: número de caracteres/linhas, interfaces suportadas (RS-485 vs Ethernet), suporte a protocolos (Modbus RTU/ASCII, TCP), opções de montagem, certificações e custo. Em situações onde múltiplas linhas ou gráficos são necessários, considerar modelos com HMI ou telas LCD maiores.

Abaixo uma tabela comparativa simplificada (valores ilustrativos) para orientar a escolha.

Comparativo de especificações e custo-benefício

Critério Ikan-116S Display multi-linha ICP
Linhas/Caracteres 1×16 2–4 linhas ou gráficos
Interface RS-485 (Modbus RTU) RS-485 + Ethernet (Modbus TCP)
Custo Baixo Médio–Alto
Aplicação ideal Indicadores simples HMI/operador avançado
Integração SCADA Fácil Mais flexível

Quando escolher o Ikan-116S e quando optar por outro modelo

Escolha o Ikan-116S para aplicações de leitura pontual, contagem e alarmes locais com baixo custo e integração simples via Modbus RTU. Opte por displays mais avançados quando precisar de interface touchscreen, múltiplas linhas, gráficos, ou integração nativa Ethernet/OPC UA. Considere também requisitos de certificação e ambiente ao decidir.

Referência: para mais artigos técnicos consulte: https://blog.lri.com.br/

Erros comuns, armadilhas de integração e resolução de problemas do Ikan-116S

Listo problemas frequentes e soluções práticas para reduzir o tempo de diagnóstico e retorno à operação. A maioria das falhas em campo está relacionada a comunicação RS-485, terminação inadequada, alimentação instável ou configuração de parâmetros divergentes. Adote checklists e ferramentas de diagnóstico.

Documente topologia do barramento, endereçamento e parâmetros de comunicação. Backup de configurações e logs ajudam na análise post-mortem. Planeje testes em bancada antes do comissionamento para reduzir retrabalho.

Para problemas persistentes, recorra ao suporte técnico com logs Modbus e capturas de tráfego para acelerar a solução. Manter peças críticas em estoque reduz o tempo de inatividade.

Problemas de comunicação Modbus — causas e correções

Causas comuns: baudrate/paridade incorretos, conflitos de endereço, terminação ausente, biasing incorreto. Correções: alinhar parâmetros, aplicar resistores de terminação, verificar polaridade de RS-485 e isolamento. Use sniffers Modbus para capturar frames e identificar CRC e timeouts.

Cheque também ruído elétrico: ruído de inversores pode corromper frames; se necessário, adicionar isolamento galvânico ou filtros. Ajuste timeouts e retries no mestre para redes longas. Em topologias estrela, converta para linha/tronco.

Se múltiplos dispositivos falham simultaneamente, investigue alimentação e aterramento. Substituição por unidade conhecida boa ajuda a isolar falha.

Falhas elétricas e de display — diagnóstico passo a passo

1) Verifique alimentação (tensão correta, ripple e presença de PFC). 2) Inspecione cabos, fusíveis e conectores. 3) Teste bancada: energia estável e troca de texto por Modbus Poll.
Se display não acender, verifique LEDs indicativos internos e fusíveis; se acender mas não responder, capture frames Modbus. Para problemas físicos (LED queimado), acione garantia e forneça número de série.
Mantenha plano de contingência com display substituto para reduzir downtime.

Conclusão e chamado à ação — Entre em contato / Solicite cotação para Ikan-116S

O Ikan-116S é uma solução prática e robusta para exibição industrial, combinando simplicidade de integração via Modbus RTU com durabilidade para ambientes industriais. Sua adoção reduz custos de I/O, melhora visibilidade operacional e é especialmente eficaz em retrofit de painéis. Para aplicações que exigem essa robustez, a série Ikan-116S da ICP DAS é a solução ideal. Confira as especificações e solicite cotação: https://www.lri.com.br/ikan-116s-display-led-industrial-1-linha-16/8-caracteres-modbus-small-rohs

Se quiser comparar modelos ou obter uma proposta técnica customizada para o seu projeto (incluindo layout de painel e mapeamento Modbus), entre em contato com a equipe técnica da LRI. Podemos fornecer testes em bancada, sketches de cabeamento e estimativas de MTBF/confiabilidade para seu ambiente específico. Visite também o catálogo de displays e artigos técnicos: https://blog.lri.com.br/

Incentivo você a comentar com dúvidas técnicas ou descrever seu caso de uso — respondo com orientações práticas e, quando necessário, diagramas de conexão específicos.

Perspectivas futuras e recomendações estratégicas para Ikan-116S

Tendências de mercado apontam para maior integração nativa com IIoT, incluindo suporte direto a MQTT/OPC UA e integração em arquiteturas cloud. Modelos futuros podem incorporar conectividade Ethernet e APIs REST para facilitar a interoperabilidade com plataformas analíticas. Projetos devem contemplar caminhos de migração para essas tecnologias.

Para projetos novos, planeje camadas de abstração entre campo e nuvem (gateways) e prefira topologias que permitam upgrade de displays sem retrabalhos profundos no CLP. Padronize registradores Modbus e documentação para acelerar retrofits. Avalie também impacto do ciclo de vida e obtenha planos de manutenção baseados em MTBF realista.

Recomendo validar requisitos de segurança e compliance (segmentação, criptografia TLS, políticas de atualização) desde a fase de especificação para garantir que a evolução tecnológica não comprometa disponibilidade ou segurança operacional.

Conclusão

O Ikan-116S atende a demanda por displays industriais simples, confiáveis e fáceis de integrar via Modbus RTU, sendo uma escolha sólida para painéis, linhas de produção e retrofits. Com práticas de instalação, cabeamento e mapeamento Modbus bem definidas, a integração com SCADA e IIoT é direta e segura. Utilize as recomendações técnicas deste artigo para reduzir riscos e acelerar comissionamento.

Pergunte nos comentários sobre seu caso específico — posso ajudar com esquemas de cabeamento, exemplos de mapeamento Modbus e checklists de teste. A colaboração entre engenheiros e integradores melhora a implementação e a operação contínua.

Referência: para mais artigos técnicos consulte: https://blog.lri.com.br/

Leandro Roisenberg

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