Introdução
O Cabo DB25 male 90 para male 90 é uma solução compacta e robusta para conexões seriais industriais. Desde o primeiro parágrafo destacamos termos críticos como DB25, serial industrial, conector 90°, blindagem e ICP DAS, pois este artigo técnico aborda especificações, aplicações e boas práticas de instalação voltadas a engenheiros de automação e integradores. A escolha correta deste cabo impacta diretamente na integridade dos sinais RS-232/RS-422/RS-485 e na confiabilidade de sistemas SCADA/IIoT.
Este texto busca ser um guia técnico completo: normas aplicáveis (ex.: IEC/EN 62368-1, IEC 60601-1 quando aplicável a ambientes sensíveis), conceitos relevantes como MTBF e interferência eletromagnética, além de analogias práticas para facilitar decisões de especificação. A linguagem é técnica e orientada a decisões de projeto, com tabelas, listas e recomendações de integração com gateways e conversores da linha ICP DAS.
Sinta-se à vontade para comentar e fazer perguntas técnicas ao final. O objetivo é estabelecer a ICP DAS como referência para cabos e acessórios de comunicação industrial, fornecendo um recurso útil para especificadores em manufatura, utilities, energia e OEMs.
O que é o Cabo DB25 male 90 para male 90? Entenda o conceito fundamental e o produto ICP DAS
O Cabo DB25 male 90 para male 90 é um cabo com conectores DB25 macho em ambas as extremidades, projetado com um conector em ângulo de 90° para instalações onde o espaço é restrito. Ele é comumente utilizado para conexões seriais (RS-232 principalmente) e para interfaces paralelas em ambientes industriais. A construção normalmente inclui blindagem para proteção contra EMI e pares trançados conforme a aplicação.
A versão com conector 90° facilita o roteamento em painéis compactos, racks e caixas de controle, reduzindo esforços mecânicos em conectores e evitando dobras excessivas do cabo. Produtos da ICP DAS seguem critérios industriais de durabilidade e compatibilidade com controladores, PLCs e gateways, assegurando continuidade operacional em aplicações críticas. A escolha do tipo de blindagem e do calibre dos condutores impacta diretamente na atenuação e resistência elétrica.
Tecnicamente, o DB25 apresenta 25 pinos cuja função deve ser verificada no pinout do equipamento; diferentes padrões podem mapear sinais de controle (RTS/CTS/DTR) e dados. Ao especificar, confirme compatibilidade elétrica (níveis RS-232 versus RS-422/485) e consulte o manual do equipamento ICP DAS para garantir pinout e acoplamento corretos.
Resumo rápido: quando e por que usar este cabo em aplicações industriais
Use este cabo quando precisar de uma conexão serial robusta entre consoles de engenharia, PLCs e gateways em espaços confinados. O conector 90° é ideal para racks baixos, painéis com portas laterais e cenários onde o ângulo elimina tensões mecânicas. A blindagem protege sinais seriais sensíveis em ambientes com ruído eletromagnético, comuns em indústrias com motores e inversores.
Opte pelo Cabo DB25 90° quando o equipamento exigir pinout DB25 completo ou quando for necessário manter compatibilidade com equipamentos legacy que ainda utilizam conectores DB25. Para comunicações RS-232 de curta a média distância, este cabo oferece confiabilidade superior; já para distâncias maiores, pode ser necessário considerar conversão para RS-422/485 ou uso de repetidores. Em sistemas IIoT e SCADA, a integridade do link físico é tão crítica quanto o protocolo de aplicação.
Antes da compra, verifique especificações como bitola dos condutores, blindagem (folha + malha), condutividade dos pinos e classificação de temperatura. Essas características definem o desempenho em termos de resistência, capacitância e imunidade a ruídos, fatores essenciais para aplicações industriais exigentes.
Principais aplicações e setores atendidos
Use em automação industrial: PLCs, controladores e I/O remotas
O Cabo DB25 90° é frequentemente empregado para interconectar PLCs, consoles de programação e módulos I/O remotos em painéis de controle. A configuração 90° facilita a conexão em racks e painéis onde o espaço ao redor das portas é limitado. Em muitos SCADA legados, o DB25 ainda é o padrão para sinalização de controle e debug.
Quando conectado a conversores ou gateways ICP DAS, o cabo pode transportar sinais de console, linhas de controle e até multiplexagens de sinais seriais. Em projetos, é comum usar o DB25 para interfaces de diagnóstico e configuração local, preservando conectores frontais e facilitando manutenção. Garanta que o pinout seja compatível com o PLC e que a blindagem esteja devidamente aterrada para reduzir erros de comunicação.
A robustez mecânica e a durabilidade (avaliadas também por métricas como MTBF aplicadas a conectores) tornam este cabo adequado para ambientes industriais com vibração e variações térmicas.
Aplicações em telecomunicações, testes de bancada e manutenção
Em laboratórios e bancadas de teste, o DB25 90° é útil para conexões rápidas e compactas entre equipamentos de medição, roteadores seriais e conversores. O ângulo reduz o espaço ocupado e facilita manipulação em mesas com muitos dispositivos. Em telecomunicações, é usado para links de console e para interconexão de equipamentos legacy.
Técnicos de manutenção também apreciam o conector 90° por permitir ligação sem desconexão de outros cabos adjacentes, acelerando procedimentos de troca e diagnóstico. Para medições críticas, certifique-se de usar um cabo com blindagem contínua e baixa capacitância por metro para não distorcer sinais de alta frequência.
Para testes que envolvem alimentação fantasma ou sensíveis a ruído, combine o cabo com práticas de aterramento e filtros comuns, seguindo normas de compatibilidade eletromagnética (EMC).
Setores-alvo: manufatura, óleo & gás, utilities, transporte e laboratórios
Setores industriais com alto nível de ruído e espaços reduzidos, como manufatura e transporte, beneficiam-se do design 90°. Na indústria de óleo & gás e em utilities, a confiabilidade da conexão serial para sistemas de telemetria e equipamentos de proteção é crítica. O DB25 atende bem a interfaces legacy presentes em muitas infraestruturas.
Em centros de teste e laboratórios, o DB25 90° permite montagem compacta e organização de cabos. Em instalações ferroviárias e transportes públicos, a resistência mecânica e a blindagem minimizam erros por interferência e vibração. A certificação e conformidade com normas industriais ajudam em processos de aprovação e manutenção.
A escolha do cabo deve sempre considerar ambiente (temperatura, umidade), ciclo de conexão/desconexão e requisitos de certificação do projeto.
Especificações técnicas do Cabo DB25 male 90 para male 90 (dados essenciais)
Tabela de especificações: pinout, tipo de conector, comprimento, blindagem, condutores, corrente/voltagem, temperatura de operação, materiais e certificações
| Item | Especificação típica |
|---|---|
| Tipo | Cabo DB25 macho ↔ DB25 macho, conector 90° |
| Pinout | 25 pinos (verificar mapa do equipamento) |
| Comprimentos | 0,5 m / 1 m / 2 m / custom |
| Blindagem | Folha + malha (100%); drain wire |
| Condutores | 24 AWG ou 26 AWG, cobre estanhado |
| Corrente/Voltagem | Sinais TTL/RS-232 (±12V típico), baixa corrente |
| Temperatura | -20°C a +80°C (varia por construção) |
| Materiais | Carcaça metalizada, pinos banhados a ouro/estanhado |
| Certificações | Compatibilidade EMC; seguir IEC/EN 62368-1 (equipamentos de áudio/IT) |
Interpretação técnica: o que cada especificação impacta na instalação e desempenho
A blindagem reduz susceptibilidade a EMI; em ambientes industriais com inversores e motores, blindagem em folha+malha com drain wire é recomendada para melhor atenuação. A bitola do condutor (24 AWG vs 26 AWG) influencia resistência DC e perda; condutores mais grossos oferecem menor queda em sinais longos. Para RS-232 padrão, a queda é geralmente desprezível em curtas distâncias, mas para sinais TTL ou alta velocidade, escolha cabos de baixa capacitância.
A temperatura de operação e materiais determinam adequação a painéis externos ou internos. Conectores banhados reduzem oxidação e melhoram contato elétrico, aumentando a vida útil. O pinout deve ser verificado: muitos erros de campo surgem por mapeamentos distintos entre fabricantes.
Considere também a resistência mecânica e a flexibilidade do cabo para roteamento em curvas; o uso do conector 90° diminui o raio de curvatura necessário, reduzindo esforços no conector.
Limitações e ambiente de uso: compatibilidade elétrica e mecânica
O DB25 foi concebido para aplicações de sinais e não para transporte de potência; portanto, tensão e corrente devem ficar dentro dos limites de sinalização. Em aplicações com necessidade de altas taxas de dados ou longas distâncias, avalie conversões para RS-422/485 ou Ethernet industrial. A blindagem não substitui medidas de aterramento corretas; a conexão do drain wire deve seguir as práticas de aterramento do sistema.
Mecanicamente, o conector 90° reduz espaço, mas pode ser mais suscetível a forças de cisalhamento em direções específicas; use fixação do cabo no painel para aliviar tensões. Em ambientes com vibração intensa, prefira modelos com travamento adicional (parafusos) e materiais reforçados. Para ambientes classificados (exaustíveis), siga normas locais de segurança e isolação.
Documente quais pinos são usados e padronize cronogramas de manutenção para evitar falhas por oxidação ou afrouxamento.
Importância, benefícios e diferenciais do produto
Identifique os benefícios: confiabilidade, ângulo 90° para espaço reduzido, resistência mecânica
Os benefícios principais incluem confiabilidade de contato, menor ocupação de espaço graças ao conector 90° e resistência mecânica adequada para painéis industriais. A blindagem melhora imunidade a ruído, reduzindo reinicializações e erros de comunicação em sistemas SCADA/IIoT. Para aplicações críticas, isso se traduz em menor MTTR e maior disponibilidade.
A adoção de conectores 90° alivia o esforço no cabo e previne ruptura por dobras agudas. Em racks densos, o ganho de espaço pode significar facilidades adicionais de refrigeração e acessibilidade. Conectores de qualidade industrial também apresentam vida útil superior, verificada por ciclos de conexão e métricas relacionadas ao MTBF.
Para instalações que exigem robustez e compatibilidade com equipamentos legacy, esse cabo é uma solução prática que combina facilidade de uso com requisitos industriais.
Diferenciais ICP DAS: qualidade industrial, compatibilidade com equipamentos legacy e garantia técnica
A linha ICP DAS é reconhecida por robustez e compatibilidade com protocolos industriais. Os cabos e acessórios são projetados para integrar facilmente com gateways, conversores e I/O remotos da ICP DAS. Além disso, a documentação técnica e suporte de integração facilitam a adoção em projetos complexos.
A garantia técnica e testes de conformidade eletromecânica fazem parte do diferencial, assim como a disponibilidade de acessórios e peças sobressalentes. Isso reduz risco no projeto, facilitando homologação e manutenção. Em projetos que requerem conformidade normativa, a documentação de materiais e testes ajuda na aprovação.
Para projetos críticos, o suporte técnico ICP DAS pode auxiliar na escolha do pinout e no mapeamento de sinais, reduzindo erros de especificação.
Guia prático de instalação e uso do Cabo DB25 male 90 para male 90
Prepare o ambiente: inspeção, ferramentas e procedimentos de segurança
Antes de instalar, faça inspeção visual do cabo e conectores, verificando integridade do isolamento, blindagem e pinos. Separe ferramentas adequadas: chaves para parafusos, alicates de pressão, equipamentos de medição (multímetro e analisador de sinais). Use EPI conforme normas do local e certifique-se de ausência de energia nas linhas durante a conexão.
Verifique política de aterramento do painel e identifique pontos para conexão do drain wire. Em áreas com requisitos normativos, confirme procedimentos conforme IEC/EN aplicáveis. Documente o pinout do cabo para referência futura e prepare etiquetas de identificação para cada extremidade.
Planeje a rota do cabo evitando cruzamentos com cabos de potência e fontes de ruído; mantenha distâncias mínimas ou use canaletas separadas quando necessário.
Passo a passo da instalação física: encaixe, fixação e cuidados com o cabo em ângulos retos
Alinhe o conector DB25 90° à tomada e pressione até o engate suave; aperte parafusos de fixação com torque adequado para evitar folgas. Fixe o cabo próximo ao conector com braçadeiras e strain-relief para minimizar esforços de tração. Evite curvaturas abaixo do raio mínimo recomendado pelo fabricante.
Certifique-se de que o drain wire esteja conectado ao ponto de aterramento do painel e não deixe a blindagem flutuante. Em painéis com alto grau de vibração, utilize travas adicionais e suporte mecânico para os conectores. Evite esticar o cabo; deixe folga suficiente para manutenção sem comprometer a estética.
Registre posição e identificação do cabo no diagrama do painel para facilitar futuras intervenções.
Verificação elétrica: teste de continuidade, teste de pinout e medidas de isolamento
Realize teste de continuidade entre pinos homólogos usando multímetro em ohmímetro; verifique ausência de curto entre pinos adjacentes. Confirme o pinout com um testador de cabo serial ou um pequeno loop-back para validar sinais TX/RX. Meça resistência de isolamento entre blindagem e condutores conforme especificação.
Se houver dúvidas sobre níveis de sinal (RS-232 vs RS-422/485), utilize osciloscópio para analisar amplitude e integridade do sinal. Em projetos críticos, execute testes de comunicação sob carga para validar ausência de erros de paridade e framing. Documente os resultados e anexe aos registros de FAT.
Integração com sistemas SCADA/IIoT: conecte Cabo DB25 male 90 para male 90 com DB25, serial industrial, conector 90°
Como mapear sinais seriais para uma arquitetura SCADA/IIoT
Mapeie cada pino DB25 para sua função (TX, RX, GND, RTS, CTS, etc.) no diagrama de I/O do SCADA. Em gateways ICP DAS, defina canais seriais e associe pinos físicos às portas lógicas do RTU/PLC. Padronize convenções de sinalização e documente cross-reference entre equipamentos para evitar conflitos em campo.
Para integrar em IIoT, traduza links seriais para protocolos TCP/IP via conversores e roteadores industriais, preservando controles de fluxo quando necessário. Use buffers e retranmissões para tolerância a falhas temporárias e monitore métricas de saúde do link (taxa de erro, reconexões) no SCADA. Mantenha logs para análises futuras de falhas.
Considere também a conversão de níveis elétricos e a utilização de isolamento galvânico em ambientes com diferenças de potencial.
Recomendações para conversores/routers industriais e gateways ICP DAS
Ao usar conversores RS-232→RS-485 ou gateways ICP DAS, verifique compatibilidade de pinout e necessidade de resistores de terminação. Escolha conversores com isolamento galvânico se houver risco de loops de terra. Utilize routers industriais e gateways com certificações para ambientes industriais e firmware compatível com protocolos Modbus/TCP ou MQTT para IIoT.
Configure parâmetros seriais (baud rate, parity, stop bits) de forma consistente nos dispositivos upstream e downstream. Para maiores distâncias, prefira RS-485 diferencial com cabo par trançado e blindagem. Garanta que o gateway ICP DAS suporte mapeamento transparente de portas seriais para registros do SCADA.
Documente cenários de fallback e procedimentos de atualização de firmware com janelas de manutenção planejadas.
Boas práticas para proteção contra ruído, aterramento e isolamento em rede IIoT
Implemente aterramento único ou ponto de aterramento estratégico para minimizar loops de terra e ruído. Ligue o drain wire da blindagem a um ponto de terra sólido próximo ao equipamento e evite múltiplos pontos de aterramento distribuídos. Use filtros e supressores de surto quando necessário.
Para proteção contra EMI, mantenha cabos de sinal afastados de cabos de potência e motores; se inevitável, atravesse em ângulo reto. Em redes IIoT, adote isolamento galvanico em conversores para proteger dispositivos sensíveis e garantir continuidade em casos de falhas de terra. Teste a imunidade aplicando cargas e verificando consistência dos dados.
Siga normas EMC locais e recomendações dos fabricantes (ICP DAS) para instalação em ambientes industriais.
Exemplos práticos de uso e cenários reais
Caso A: comunicação serial entre console de engenharia e PLC em espaço confinado
Em um painel de controle com espaço limitado, um técnico conectou um Cabo DB25 male 90 para male 90 entre console de engenharia e o PLC para diagnóstico. O conector 90° permitiu acesso ao conector sem desalojar cabos vizinhos, reduzindo tempo de manutenção. A blindagem reduzida intermitências causadas por motores próximos.
Antes da intervenção, foi validado o pinout do PLC e configurado um loop-back para testes rápidos. O resultado foi uma operação de debug eficiente sem interrupção da planta. Esse fluxo é recomendável para operações de campo com janela de manutenção curta.
Registre sempre o pinout e mantenha cabos de reposição no estoque para reduzir MTTR.
Caso B: conexão de equipamentos legacy a gateways de dados para aquisição remota
Uma estação remota com equipamentos legacy serial foi adaptada para IIoT usando um gateway ICP DAS. O cabo DB25 90° conectou múltiplos equipamentos a um concentrador, mantendo integridade de sinais e ocupando pouco espaço. A blindagem e aterramento adequado garantiram baixa taxa de erro na aquisição de dados.
Os dados foram convertidos para Modbus/TCP e enviados via rede celular para o SCADA central. Monitoramento contínuo do link permitiu detecção precoce de degradação do cabo antes de falhas críticas. Essa prática é exemplar para modernização de ativos sem troca de equipamentos legacy.
Planeje terminadores e isolamento conforme recomendações ICP DAS.
Caso C: bancada de testes e simulação — montagem rápida e testes funcionais
Em laboratório de qualidade, cabos DB25 90° foram usados para montar rapidamente rigs de teste para diferentes equipamentos. A facilidade de conexão e a economia de espaço na bancada aceleraram troca de DUTs (device under test). A blindagem reduziu interferências entre estações adjacentes.
Testes incluíram verificação de continuidade, loop-back e transmissão de frames em velocidades diversas. A documentação dos resultados permitiu rastreabilidade de problemas e padronização de procedimentos. Em ambientes de R&D, manter cabos etiquetados e mapeados evita erros em campanhas de teste.
Adote políticas de armazenamento e rotinas de inspeção para preservar cabos.
Comparação com produtos similares da ICP DAS e alternativas no mercado
Compare especificações: por que escolher este cabo vs outros cabos/adaptadores ICP DAS
Compare o DB25 90° com cabos DB25 padrão e adaptadores DB25→DB9: o 90° ganha em espaço e alívio de tensão; o DB25 padrão pode ser mais fácil quando há espaço frontal suficiente. Adaptadores podem introduzir pontos de falha adicionais e perda de qualidade de contato. A escolha depende do layout do painel e do número de ciclos de conexão previstos.
Se a aplicação exige conversão para Ethernet ou maior distância, gateways ICP DAS ou conversores RS-232→RS-485 podem ser mais indicados. Para altas taxas ou imunidade aumentada, cabos com maior bitola e blindagem superior são recomendados. Compare também tratamentos de superfície nos pinos (ouro vs estanho) para requisitos de baixa resistência de contato.
Documente trade-offs de custo, robustez e facilidade de manutenção ao selecionar entre alternativas.
Quando optar por adaptadores ou cabos com conectores diferentes (DB9, RJ45, etc.)
Opte por adaptadores DB25→DB9 quando o equipamento destino usar DB9, mas evite quando a conexão for permanente — prefira cabos direto para menor risco de desconexão. RJ45 é comum para conversão a protocolos como Modbus/TCP via conversores, mas não substitui a porta serial física sem conversor adequado.
Escolha RJ45 se o projeto prevê migração para Ethernet; caso contrário, mantenha a interface serial para compatibilidade legacy. Avalie também a disponibilidade de portas nos equipamentos e exigências de espaço no painel.
Sempre valide o pinout e evite extensões desnecessárias que aumentem ruído e atenuação.
Erros comuns de seleção e instalação (pinout incorreto, extensão indevida, falta de blindagem) e como evitá-los
Erros comuns incluem uso de pinout errado, extensões que aumentam capacitância e perda, e blindagem desconectada — cada um pode causar perda intermitente ou permanente de comunicação. Para evitar, confie em documentação, use cabos com especificações certificadas e realize testes de continuidade e comunicação antes da operação.
Padronize checklists de instalação e mantenha registros de configuração. Treine equipes de manutenção para verificar aterramento e strain-relief. Pequenas economias em cabos podem gerar custos elevados de manutenção.
Implemente procedimentos de verificação após cada intervenção para garantir integridade do sistema.
Checklist técnico rápido antes da compra e da instalação
Verifique compatibilidade de pinout, comprimento, blindagem e certificações
Confirme pinout com o fabricante do equipamento e com o diagrama do painel. Escolha comprimento adequado com folga e avalie blindagem (folha+malha) necessária para o ambiente. Cheque certificações e temperatura de operação para a aplicação prevista.
Analise bitola dos condutores e tratamento de pinos (banho), bem como a existência de strain-relief. Para aplicações críticas, solicite relatórios de teste ou conformidade.
Documente a seleção como parte do pacote de hardware do projeto.
Perguntas técnicas para o fornecedor: tolerância, garantia e suporte técnico
Pergunte ao fornecedor sobre tolerância de temperatura, ciclos de conexão, tipo de blindagem e níveis de atenuação por metro. Solicite MTBF ou dados de confiabilidade e políticas de garantia. Verifique disponibilidade de suporte técnico e possibilidade de customização.
Peça amostras para testes em bancada e confirme política de devolução e prazos de entrega. Em projetos em larga escala, negocie SLA e suporte local.
Registre respostas do fornecedor para rastreabilidade e aprovação de compras.
Conclusão
Resuma por que o Cabo DB25 male 90 para male 90 atende às necessidades industriais e operacionais
O Cabo DB25 male 90 para male 90 combina compatibilidade com legacy, economia de espaço via conector 90° e blindagem para ambientes industriais ruidosos. Seus benefícios incluem confiabilidade de sinal, facilidade de instalação em painéis compactos e integração com gateways ICP DAS para soluções SCADA/IIoT.
Para aplicações críticas, verifique pinout, bitola dos condutores, blindagem e necessidade de isolamento galvânico. Essas decisões impactam diretamente em disponibilidade operacional, MTTR e custo total de propriedade.
Se restarem dúvidas sobre especificação ou integração, temos interesse em ajudar — por favor comente ou pergunte abaixo para obter suporte técnico.
Entre em contato / Solicite cotação — passos práticos para falar com o time ICP DAS ou revendedor
Para cotação e suporte especializado, contate sua revenda ICP DAS ou acesse as páginas de produto com especificações detalhadas. Para aplicações que exigem essa robustez, a série Cabo DB25 male 90 para male 90 da ICP DAS é a solução ideal. Confira as especificações e solicite cotação em: https://www.lri.com.br/comunicacao-de-dados/cabo-db25-male-90-para-male-90.
Veja também a página de produtos e recursos técnicos na LRI para outras opções: https://www.blog.lri.com.br/produtos/comunicacao-de-dados. Consulte materiais técnicos adicionais e solicite suporte para integração em SCADA/IIoT.
Referência: para mais artigos técnicos consulte: https://blog.lri.com.br/
Perspectivas futuras, aplicações estratégicas e resumo executivo
Aponte para o futuro: tendências IIoT e como cabos robustos continuam críticos para confiabilidade
Mesmo na era de IIoT, o link físico continua crítico; falhas em cabos impactam telemetria, manutenção preditiva e tomadas de decisão remota. Tendências apontam para maior uso de gateways que convertem sinal serial para protocolos IP, mas a camada física precisa ser robusta para garantir qualidade dos dados.
Cabos bem especificados reduzem falsos positivos em análise preditiva e aumentam confiabilidade de sensores em plantas remotas. Investimentos em componentes de melhor qualidade têm retorno via menor downtime e custos operacionais reduzidos.
Planeje a infraestrutura física como parte da estratégia IIoT e não apenas o software de análise.
Aplicações específicas a explorar: migração de sistemas legacy para plataformas digitais, plantas remotas e manutenção preditiva
Procure projetos piloto que conectem equipamentos legacy via DB25 a gateways ICP DAS, permitindo coleta histórica e análises em nuvem. Em plantas remotas, o uso de cabos blindados e conexões 90° pode facilitar montagem em caixas compactas e reduzir intervenções.
Para manutenção preditiva, certifique-se de que a camada física fornece sinais estáveis para algoritmos de análise; ruídos e perdas distorcem métricas e prejudicam decisões automatizadas. A integração adequada facilita escalabilidade e modernização.
Considere também planos de substituição progressiva conforme ativos forem atualizados.
Resumo estratégico: recomendações rápidas para especificadores e integradores
- Verifique pinout e compatibilidade elétrica antes da compra.
- Prefira blindagem folha+malha com drain wire e conectores banhados para ambientes industriais.
- Use conector 90° quando houver restrição de espaço; implemente strain-relief e aterramento adequado.
Para aplicações que exigem essa robustez, a série Cabo DB25 male 90 para male 90 da ICP DAS é a solução ideal. Confira as especificações e solicite suporte: https://www.lri.com.br/comunicacao-de-dados/cabo-db25-male-90-para-male-90. Para materiais complementares sobre seleção de cabos seriais e aterramento em IIoT, veja também: https://blog.lri.com.br/como-escolher-cabo-serial-industrial e https://blog.lri.com.br/protecaode-ruido-e-aterramento-em-iiot.
Incentivamos comentários e perguntas técnicas abaixo — sua interação enriquece o conteúdo e ajuda outros engenheiros a tomar decisões melhores.