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Fonte ACDC 110-240VAC 24VDC 6W Para uso Industrial

Leandro Roisenberg

Introdução

A Fonte AC/DC 24VDC 0.25A (6W) ICP DAS é uma solução de alimentação compacta projetada para aplicações industriais e OEM que requerem tensão contínua estável de 24 V DC com baixa potência (6 W). Neste artigo técnico você encontrará explicações detalhadas sobre o princípio de conversão AC->DC, características elétricas relevantes (como ripple, eficiência, proteções OVP/OCP/SCP, e MTBF) e cenários de aplicação em automação, IIoT e Indústria 4.0. A palavra‑chave principal — fonte AC/DC 24V 0.25A — será utilizada ao longo do texto para otimização semântica, mantendo precisão técnica.

A unidade cobre entradas universais 110–240 VAC, proteção contra curto‑circuito, e isolação conforme normas industriais, tornando‑a adequada para painéis de controle, módulos I/O e pequenos equipamentos embarcados. Serão discutidas também normas aplicáveis (por exemplo, IEC/EN 62368‑1, IEC 61000 para imunidade/EMC, e requisitos de segurança como CE/UL), além de recomendações de projeto para integração segura em painéis. Indicações práticas sobre montagem, ventilação e testes pós‑instalação são fornecidas para engenheiros e integradores.

Se você projeta painéis, integra sistemas SCADA/IIoT ou seleciona componentes para OEMs, este guia ajudará na seleção técnica e na avaliação do custo total de propriedade (TCO). Para aprofundar em tópicos complementares veja artigos no blog da LRI: https://blog.lri.com.br/ e sobre fontes industriais consulte https://blog.lri.com.br/fontes-industriais. Referência: para mais artigos técnicos consulte: https://blog.lri.com.br/

Entenda a função básica e arquitetura da fonte AC/DC

A função básica de uma fonte AC/DC é converter tensão alternada da rede (110–240 VAC) em uma tensão contínua regulada (24 VDC). Internamente, o fluxo típico é: filtro de entrada e EMI → retificador e circuito PFC (quando presente) → conversor isolado (tipicamente por chaveamento) → estágio de saída com regulação e filtragem. Em fontes de baixa potência PFC ativo pode não estar presente; entretanto, filtros EMI e proteção contra transientes são padrão para conformidade EMC com IEC 61000.

Proteções elétricas essenciais incluem proteção contra sobrecorrente (OCP), sobre tensão (OVP), e proteção contra curto‑circuito (SCP) com recuperação automática ou latched dependendo do projeto. Isolação entre primário e secundário (por exemplo, 3 kVAC ou compatível) e distâncias de escoamento/clearance (creepage) atendem às exigências de segurança IEC/EN 62368‑1. Parâmetros críticos a verificar são ripple pico‑a‑pico, ruído, hold‑up time, e eficiência típica à carga nominal.

Do ponto de vista de engenharia, métricas como MTBF (Mean Time Between Failures), eficiência térmica e capacidade de operar em faixas de temperatura (por ex. ‑20 °C a +60 °C) determinam a adequação para ambientes industriais. Projetos para painéis precisam considerar dissipação, espaçamento entre módulos e redundância se a aplicação exigir alta disponibilidade.

Público‑alvo técnico e requisitos de projeto atendidos

O público‑alvo inclui engenheiros de automação, integradores de sistemas, profissionais de manutenção, projetistas de painéis elétricos, e compradores técnicos de utilities, energia, e OEMs. Esses profissionais buscam fontes que ofereçam confiabilidade, conformidade normativa e integração sem complicações com CLPs, sensores e sistemas IIoT. Para eles, dados como ripple, eficiência a meia carga e proteção contra surtos são decisivos.

Projetos típicos atendidos vão desde painéis de controle compactos até máquinas OEM e módulos remotos em linhas de produção. Requisitos comuns resolvidos pela fonte incluem alimentação estabilizada para módulos I/O, alimentação de relés e pequenos controladores, e suporte para telecomunicação de sensores com margem de ruído baixa. Em contextos críticos, o atendimento a normas EMC e segurança elétrica assegura interoperabilidade.

Além disso, departamentos de compras e engenharia valorizam disponibilidade, suporte técnico local e compatibilidade com racks e trilho DIN, reduzindo tempo de integração e custos de manutenção. A fonte AC/DC 24V 0.25A ICP DAS foi projetada com estes requisitos em mente, facilitando certificações de projeto e homologações finais.

Principais aplicações e setores atendidos pela Fonte AC/DC 24VDC 0.25A (6W) ICP DAS

A fonte encontra aplicação em setores industriais, utilities, automação predial, telecomunicações e OEM. Em manufatura e utilities, sua principal função é alimentar módulos de controle e dispositivos auxiliares de baixa potência, com foco em eficiência operacional e disponibilidade. Em indústrias em que espaço e geração de calor são restritos, a baixa potência e formato compacto são vantagens claras.

No contexto de IIoT e Indústria 4.0, a alimentação estável de gateways, sensores e pequenos nós remotos é crítica para qualidade de dados e continuidade da comunicação. A fonte suporta arquiteturas distribuídas, proporcionando alimentação confiável para dispositivos que reportam telemetria a plataformas SCADA/IoT. Em edifícios inteligentes, a fonte alimenta controladores de BMS, sensores e dispositivos de supervisão.

Em telecomunicações e instrumentação, a tolerância a transientes e conformidade EMC permitem uso próximo a equipamentos de radiofrequência e instrumentação sensível. Para OEMs, a integração mecânica compacta e a faixa de entrada universal reduzem a necessidade de projetos específicos para diferentes mercados.

Automação industrial e painéis de controle — aplicações típicas

Em painéis de automação a fonte alimenta CLPs compactos, módulos de I/O digitais/analógicos e pequenos controladores. Exemplos práticos incluem alimentação de módulos remotos de aquisição de sinais e de relés de lógica, onde a estabilidade de 24 VDC reduz falhas lógicas e reboots indesejados. A baixa corrente nominal (0,25 A) é adequada para módulos e sensores.

A instalação em trilho DIN facilita a padronização de painéis e manutenção. É recomendável dimensionar a capacidade total do barramento 24 V considerando correntes de pico e derating térmico. Em sistemas críticos, a fonte pode ser usada em conjunto com diodos ORing ou módulos de redundância para manter continuidade.

Testes de compatibilidade, como medição de ripple sob carga e verificação de resposta a faltas, devem ser parte do comissionamento para garantir operação sem interferências nos sinais digitais do CLP.

Edifícios inteligentes, telecomunicações e instrumentação

Em edifícios inteligentes a fonte alimenta sensores de presença, controladores de iluminação e interfaces de automação predial (BMS). Sua pequena pegada permite distribuição local por andar ou sala, reduzindo cabeamentos longos. Proteções EMC asseguram que equipamentos de RF e áudio não afetem a alimentação.

Em telecomunicações, a alimentação de módulos de monitoramento ambiental e pequenos repetidores exige baixa variação de tensão e immunidade a surtos. A conformidade com testes IEC 61000 (EFT, surge) e proteção contra transientes é relevante. Para instrumentação, baixo ripple e ruído garantem leituras analógicas limpas.

A aplicação em ambientes adversos requer atenção a especificações de umidade e temperatura; em alguns casos é necessário um encapsulamento ou versão com conformidade para ambientes industriais mais severos.

OEM, máquinas e linhas de produção — integração e requisitos

Para OEMs, a fonte é indicada em equipamentos compactos que exigem 24 V para sensores, controladores e circuitos auxiliares. A integração é facilitada por conectores padrão e tamanho reduzido, simplificando validações pré‑produção e certificações. Em linhas de produção, a padronização de fontes reduz SKUs e facilita manutenção.

Em máquinas que operam em ciclos rápidos, a resposta transiente e a capacidade de fornecer picos curtos de corrente são importantes; avaliar o headroom de corrente e a proteção de sobrecarga é essencial. Para produtos embarcados, considerações de isolamento e conformidade com normas internacionais facilitam exportação.

A documentação técnica, disponibilidade de amostras e suporte ao ciclo de vida (obsolescência) são diferenciais relevantes para escolha por integradores e fabricantes.

Especificações técnicas da fonte AC/DC ICP DAS — Fonte AC/DC 24VDC 0.25A (6W) ICP DAS (tabela de referência)

A tabela a seguir resume os parâmetros elétricos, mecânicos e ambientais típicos. Valores são representativos e recomendados para verificação na ficha técnica antes da compra.

Parâmetro Valor típico / Observação
Entrada AC 110–240 VAC ±10%, 47–63 Hz
Corrente de entrada ~0,1 A @ 110 VAC (varia com carga)
Saída DC 24 VDC ±2%
Corrente de saída 0,25 A (corrente contínua nominal)
Potência nominal 6 W
Ripple & Noise < 120–150 mVpp típico (dependendo da medição)
Eficiência típica 70–80% @ carga nominal
Proteções OVP, OCP, SCP (recuperação automática/latched conforme modelo)
Isolação 3000 VAC entre primário/secundário (valor típico)
MTBF > 100.000 horas (conforme cálculo MIL‑HDBK‑217F, dependendo da temperatura)
Faixa de temperatura ‑20 °C a +60 °C (redução de potência acima de +50 °C)
Umidade relativa 5%–95% sem condensação
Dimensões Compacto, montável em trilho DIN (ver ficha técnica)
Certificações CE, UL (quando aplicável), EMC conforme IEC 61000
Conectividade mecânica Bornes de parafuso ou conector padrão (ver modelo)

Tabela: Entrada, saída, potência, ripple, eficiência, proteções e dimensões

Os campos críticos a conferir antes da compra são: faixa de entrada, regulação de saída, corrente de pico, ripple, eficiência e tipos de proteção. Verifique também dimensões, método de fixação (trilho DIN ou painel) e conector. Para projetos sensíveis, confirme distância de isolamento, classe de proteção e relatórios de ensaio EMC.

Recomenda‑se validar o hold‑up time (tempo mínimo que a fonte mantém a saída dentro da regulação após falha de entrada) quando usadas em aplicações com quedas momentâneas. Para aplicações médicas ou com requisitos especiais, consulte normas aplicáveis (por exemplo IEC 60601‑1 para equipamentos médicos).

Antes da integração, confirme as condições de operação contínua em faixa de temperatura elevada pois muitas fontes reduzem a potência disponível acima de 50 °C, o que impacta o dimensionamento em painéis pouco ventilados.

Normas, certificações e requisitos de conformidade

Normas de segurança e EMC comuns incluem IEC/EN 62368‑1 (segurança de equipamentos de áudio/IT e telecom), IEC 61000‑4‑2/3/4/5/6/8/11 (ensaios de imunidade e conduta), e certificações nacionais como UL e marca CE. Para aplicações mais exigentes, é importante confirmar relatórios de ensaio e certificados divulgados pelo fabricante.

Conformidade com distâncias de creepage/clearance e testagem de isolamento é essencial para aprovações em painéis controladores. Para mercados específicos (setor médico ou ferroviário) outras normas podem ser aplicáveis. A documentação técnica deve fornecer relatórios e condições de teste.

Além de certificações, recomenda‑se avaliar o plano de testes do fabricante (burn‑in, ensaios de sobretemperatura, testes de vibração) para estimar a robustez em ambiente industrial.

Ambiente operacional e confiabilidade (MTBF, faixa de temperatura)

A confiabilidade é caracterizada por métricas como MTBF, tolerância térmica e robustez mecânica. Um MTBF >100.000 horas é comum em fontes de qualidade, mas depende das condições de operação (temperatura elevada reduz MTBF). Verifique se o fabricante fornece curva de derating térmico.

Faixa de temperatura operacional típica é de ‑20 °C a +60 °C; para operação contínua em +70 °C ou ambientes com poeira/condensação, adote versões com encapsulamento ou invólucro IP. Ventilação adequada no painel é essencial para manter eficiência e vida útil.

Mecanismos adicionais como proteção contra surtos, fusíveis internos e filtros EMI aumentam a resistência a falhas decorrentes de transientes na rede, reduzindo tempo de manutenção e aumentando disponibilidade.

Importância, benefícios e diferenciais do Fonte AC/DC 24VDC 0.25A (6W) ICP DAS

A seleção de uma fonte adequada reduz falhas sistêmicas, melhora disponibilidade e facilita certificações. A baixa potência e perfil compacto tornam essa fonte ideal para aplicações distribuídas, reduzindo custos e espaço em painéis. Benefícios técnicos incluem regulação estável, proteção integrada e baixo ruído elétrico.

Em termos comerciais, a padronização em 24 VDC simplifica logística e manutenção, reduz estoque de peças e acelera a substituição. A compatibilidade com trilho DIN e bornes facilita retrofit em painéis existentes. O suporte técnico local da ICP DAS e da LRI agrega valor durante projetos e comissionamento.

Diferenciais em relação a alternativas genéricas incluem qualidade dos componentes, testes de confiabilidade, documentação técnica completa e disponibilidade de opções de montagem. Esses fatores reduzem o TCO e riscos de engenharia.

Benefícios operacionais: confiabilidade, eficiência e manutenção reduzida

Confiabilidade traduz‑se em menor tempo médio entre falhas e menos paradas não planejadas. Eficiência energética reduz perdas térmicas no painel, melhorando a gestão térmica. Proteções automáticas minimizam necessidade de intervenção de manutenção.

A manutenção reduzida resulta de design com proteção contra curto e sobrecarga, e de componentes de qualidade com vida útil prolongada. Substituições são rápidas graças a montagem padronizada. Para sistemas críticos, a fonte pode ser integrada em esquema redundante.

Documentação clara e suporte técnico também reduzem tempo de troubleshooting, acelerando retorno à operação em caso de evento.

Diferenciais ICP DAS: compatibilidade, qualidade e suporte técnico

A ICP DAS é conhecida por compatibilidade com ecossistema de produtos de automação e por documentação de integração com controladores e módulos I/O. A disponibilidade de variantes e acessórios facilita customização. A qualidade dos componentes e testes industriais é um diferencial competitivo.

O suporte técnico local (LRI/ICP) agrega valor no dimensionamento, testes e homologações em projetos específicos. Isso reduz riscos de integração e acelera certificações. A cadeia de fornecimento e suporte pós‑venda são pontos críticos para projetos de longo prazo.

Para aplicações que exigem essa robustez, a série Fonte AC/DC 24VDC 0.25A (6W) da ICP Das é a solução ideal. Confira as especificações e solicite amostra em: https://www.lri.com.br/fontes-industriais/fonte-acdc-110-240vac-24vdc-0-25a-6w-usa

Avaliação de custo total de propriedade (TCO) e ROI para projetos industriais

Ao avaliar TCO considere preço inicial, vida útil (MTBF), custo de energia (eficiência), e custos de manutenção/tempo de parada. Fontes confiáveis podem ter preço inicial maior, mas retornam por redução de falhas e manutenção. Inclua custo de substituição e logística no cálculo.

ROI pode ser calculado comparando custos de falhas evitadas (tempo de máquina parada) e economia energética. Para linhas com alta disponibilidade, investir em fontes com certificações e suporte reduz risco financeiro. Documente parâmetros como MTTR e incidência histórica de falhas.

Em projetos de larga escala (muitos painéis), a padronização e compra em volume reduzem CAPEX e o TCO por unidade.

Guia prático: como instalar e usar a fonte AC/DC ICP DAS Fonte AC/DC 24VDC 0.25A (6W)

A instalação começa por verificar a tensão de entrada e conectar proteção de entrada adequada (fusível ou disjuntor). Siga polaridade e observe bornes de terra. Sempre desligue a alimentação antes de fazer conexões e utilize cabos dimensionados para a corrente de saída com margem.

Realize aterramento funcional e de proteção conforme normas locais. Para painéis metálicos, assegure continuidade de aterramento e use conexões de qualidade. Em máquinas móveis, proteja contra vibração com suportes e cabos adequadamente fixados.

Documente a versão do firmware (quando aplicável), número de série e lote para suporte técnico. Registre medições iniciais (tensão sem carga, ripple e temperatura) como baseline.

Preparação elétrica: fiação, aterramento e proteções recommendedas

Utilize cabo com bitola adequada (ex.: 0,5–0,75 mm² para 0,25 A, mas siga normas locais) e proteja a entrada com fusível adequado dimensionado. Configure aterramento de proteção diretamente ao chassi do painel. Para instalações críticas, adicione supressores de surto na entrada.

Adote seccionadores e etiquetagem clara no painel para manutenção segura. Em ambientes com ruído elétrico, usar filtros EMI adicionais próximo à fonte pode reduzir interferências. Verifique polaridade e operações de reconexão automática após falhas.

Para conformidade, registre o esquema elétrico e inclua instruções de substituição rápida no manual do painel.

Montagem mecânica e gestão térmica no painel

Monte a fonte no trilho DIN com espaço mínimo recomendado ao redor (ex.: 5–10 mm) para ventilação. Evite empilhar várias fontes sem espaçamento; calor acumulado reduz MTBF. Em ambientes quentes, posicione componentes de dissipação próximos a ventilação do painel.

Monitore a temperatura interna do painel e considere ventilação forçada ou dissipadores se o derating térmico for aplicável. Prenda cabos para evitar tensão nos terminais. Use etiquetas e diagramas para facilitar substituição durante manutenção.

Verifique vibração e choque mecânico — use suportes antivibração quando necessário em aplicações móveis.

Testes pós‑instalação e procedimentos de verificação funcional

Realize testes de inicialização: medir tensão de saída sem carga, verificar ripple com osciloscópio conforme norma, e aferir resposta a cargas transitórias. Teste proteções simulando sobrecarga controlada e curto (com procedimentos de segurança).

Monitore o comportamento térmico em operação por algumas horas e registre leituras. Em sistemas integrados, verifique comunicação e comportamento do equipamento alimentado sob variações de rede (ex.: quedas de tensão simuladas).

Documente resultados e compare com requisitos do projeto antes de liberar a operação.

Integração da fonte Fonte AC/DC 24VDC 0.25A (6W) com sistemas SCADA e plataformas IIoT

Em arquiteturas SCADA/IIoT a alimentação é parte do backbone que garante aquisição de dados e controle. Fontes confiáveis asseguram que sensores e gateways mantenham uptime, evitando perda de telemetria. Para alta disponibilidade, considere redundância de alimentação com diodos ORing ou módulos redundantes.

Integração deve prever monitoramento local do status de alimentação (por exemplo, alarmes de perda de tensão no CLP) e telemetria para manutenção preditiva. Dados relevantes incluem tensão de saída, corrente consumida e temperatura do compartimento.

A escolha de fontes com documentação clara facilita integração e certificações em projetos conectados a nuvem e plataformas analíticas.

Estratégias de alimentação redundante e alta disponibilidade para SCADA

Esquemas comuns incluem fontes redundantes em paralelo com diodos ORing ou módulos de redundância com comutação automática. Para sistemas críticos, use duas fontes isoladas alimentando barramento comum através de diodos ou relés de comutação.

Monitore corrente de carga para detectar falhas parciais e configurar alertas em SCADA. Em projetos com baterias ou UPS, certifique‑se de que a fonte e o subsistema de bateria sejam compatíveis em termos de tensão e lógica de comutação.

Planeje testes periódicos de failover e inclua manutenção preventiva no plano operacional.

Protocolos, gateways e fontes industriais compatíveis para integração em SCADA

A alimentação não transmite protocolos, mas a estabilidade dela impacta dispositivos que usam Modbus/TCP, Modbus RTU, OPC UA, MQTT e outros. Para integração transparente, certifique‑se de que gateways e RTUs alimentados pela fonte possuem margem de tensão e filtros adequados.

Para integrações IIoT, inclua telemetria da fonte (se disponível via módulo de monitoramento) para dados de integridade. Gateways ICP DAS têm compatibilidade com diversos protocolos e facilitam o emparelhamento.

Documente requisitos de alimentação nos planos de integração dos protocolos para evitar problemas de comunicação por flutuações.

Monitoramento remoto e telemetria IIoT: métricas e ferramentas recomendadas

Métricas a monitorar remotamente: tensão de saída, corrente de carga, temperatura ambiente do painel e alarmes de proteção (OVP/OCP). Ferramentas recomendadas incluem sistemas SCADA com histórico de trends e plataformas IoT que suportem alertas por anomalias.

Agregue dados de alimentação com telemetria de processos para análises preditivas (manutenção baseada em condição). Configure thresholds e ações automatizadas (ex.: comutação para redundância) para reduzir downtime.

Use dashboards com visualização clara e logs exportáveis para auditoria técnica.

Exemplos práticos de uso da fonte AC/DC ICP DAS Fonte AC/DC 24VDC 0.25A (6W)

Abaixo apresentamos três cenários aplicáveis com cálculos e recomendações práticas para dimensionamento e lições aprendidas.

Caso 1: alimentação de módulo I/O remoto em linha de produção

Configuração: módulo remoto consome 150 mA em operação, picos de até 220 mA. A fonte de 0,25 A tem margem operacional curta; recomenda‑se verificar se picos contínuos não ultrapassam limite. Use capacitor de desacoplamento local e avaliar derating térmico em painel.

Cálculo: Margem = 0,25 A – 0,22 A = 30 mA; é recomendado ter margem de pelo menos 20–30% sobre picos, portanto considerar fonte de maior corrente se picos forem frequentes. Alternativa: buffer com supercap ou pequeno conversor DC‑DC intermediário.

Lição: dimensione por pico e duty cycle, não apenas corrente média.

Caso 2: alimentação de sensores em ambientes adversos

Configuração: sensores com consumo total 0,18 A em área com temperatura até +55 °C e poeira. Recomendação: selecionar versão com certificação IP ou colocá‑la em compartimento protegido, garantir ventilação e verificar derating acima de +50 °C.

Adicione proteção contra surtos e filtros EMI se houver arcos de comutação próximos. Teste ripple e ruído na presença de motores próximos.

Lição: proteção ambiental e gestão térmica são tão críticas quanto especificação elétrica.

Caso 3: solução OEM para equipamento compacto com requisitos de baixa potência

Configuração: equipamento embarcado com CPU, sensores e interface, consumo médio 0,12 A. A fonte embarcada é adequada, mas validar isolação e compatibilidade EMC para target market (CE/UL). Integrar suporte mecânico e acesso para substituição.

Cálculo de TCO: incluir custo de certificação, amortizar vida útil da fonte e benefícios pela padronização. Documente procedimentos de teste para homologação.

Lição: validar conformidade regional desde a fase de protótipo.

Comparações técnicas e erros comuns com outros produtos ICP DAS e alternativas

Ao comparar com fontes ICP DAS de maior potência, critérios como eficiência, ripple, capacidade de pico e funcionalidades (PFC, redundância) orientam a escolha. Para cargas puramente digitais e de baixa potência, a 24V 0.25A é adequada; para cargas com picos frequentes, escolha fontes de maior corrente.

Erros comuns incluem subdimensionamento frente a picos, falta de ventilação resultando em derating, e desconsideração do ripple que afeta entradas analógicas. Outra armadilha é assumir que todas as fontes cumprem os mesmos testes EMC sem verificar relatórios.

Checklist de verificação final inclui: faixa de entrada, regulação, proteções, certificações, MTBF e condições de operação.

Comparativo: Fonte AC/DC 24VDC 0.25A (6W) vs. fontes ICP DAS de maior potência — critérios de seleção

Critérios: corrente de pico requerida, duty cycle, derating térmico, necessidade de redundância, eficiência e custo. Para aplicações distribuídas com baixa potência, escolha fontes compactas; para barramentos comuns e muitas cargas, fontes centralizadas de maior potência podem ser mais econômicas.

Considere também disponibilidade de acessórios (bloqueadores, barramentos) e facilidade de substituição em campo.

Erros comuns de projeto e operação (sobrecarga, ripple, ventilação) e como corrigi‑los

Causas: má estimativa de pico, empilhamento térmico no painel, e ruído EMI. Sintomas: reinícios intermitentes, leituras flutuantes e falhas de comunicação. Mitigação: aumentar margem de corrente, melhorar ventilação, adicionar filtros e tomar medidas de aterramento.

Implemente testes de carga dinâmica e monitore superfície e terminais para identificar hotspots.

Checklist técnico final usando fontes industriais para garantir compatibilidade e segurança

Checklist (resumo rápido):

  • Validar faixa de entrada e tipo de conector.
  • Verificar corrente de pico e ripple.
  • Conferir proteções OVP/OCP/SCP e isolamento.
  • Confirmar certificações e relatórios EMC.
  • Planejar ventilação e derating térmico.
  • Documentar procedimentos de manutenção e substituição.

Conclusão

Resumo executivo: a Fonte AC/DC 24VDC 0.25A (6W) ICP DAS é uma solução compacta e confiável para aplicações de baixa potência em automação, OEM e IIoT. Seus principais pontos‑fortes são compatibilidade com trilho DIN, proteções integradas, e conformidade com normas industriais, reduzindo risco de falhas e manutenção. A escolha é recomendada quando a carga e condições ambientais estiverem dentro das especificações; para picos frequentes ou alta disponibilidade, avalie fontes de maior potência ou esquemas redundantes.

Como solicitar suporte técnico, amostra ou cotação: para informações técnicas detalhadas, amostras e prazos, entre em contato com a LRI/ICP via site e solicite atendimento técnico com dados do projeto (consumo estimado, ambiente, necessidade de certificações). Para aplicações que exigem essa robustez, a série Fonte AC/DC 24VDC 0.25A (6W) da ICP Das é a solução ideal. Confira as especificações e solicite cotação: https://www.lri.com.br/fontes-industriais/fonte-acdc-110-240vac-24vdc-0-25a-6w-usa. Para explorar outras fontes e soluções de alimentação veja também: https://blog.lri.com.br/fontes-industriais

Incentivo à interação: se tiver dúvidas de dimensionamento, problemas de integração ou desejar que façamos o cálculo do TCO para seu projeto, pergunte nos comentários abaixo ou solicite contato técnico. Comentários técnicos serão respondidos por engenheiros especializados.

Referência: para mais artigos técnicos consulte: https://blog.lri.com.br/

Leandro Roisenberg

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