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Sg-3016-G Condicionador de Sinal Entrada Strain Gauge

Leandro Roisenberg

Introdução

O SG-3016-G é um condicionador de sinal para strain gauge desenvolvido para aplicações industriais que exigem medição precisa de pontes de resistência (células de carga, extensômetros). Neste artigo técnico apresento a arquitetura básica do SG-3016-G, suas funções (amplificação, excitação, isolamento, filtragem), e por que ele é a escolha para projetos de automação, pesagem e monitoramento estrutural. A palavra-chave principal (SG-3016-G) e termos secundários como condicionador de sinal, strain gauge, célula de carga, SCADA e IIoT são usados desde o primeiro parágrafo para otimização semântica e para focar engenheiros de instrumentação, integradores e compradores técnicos.

O conteúdo foi elaborado com enfoque em E-A-T: referências a normas (por exemplo, IEC 61010-1, IEC 61326-1 para EMC, e recomendações de ensaio como IEC 60068) e conceitos como MTBF, PFC (quando aplicável em fontes de alimentação de sistema) e precisão linear. O texto inclui tabelas, listas e um guia prático de instalação e configuração, pensado para integração com arquiteturas SCADA/IIoT e para atender critérios de confiabilidade em utilities, manufatura e OEMs. Ao final incluo CTAs técnicos e links internos para aprofundamento no blog da LRI/ICP DAS.

Este artigo foi estruturado para ser um guia completo: desde definição técnica e blocos funcionais até exemplos práticos e critérios de escolha frente a alternativas ICP DAS. Para garantir convergência com projetos reais, sempre confirme a ficha técnica e certificações no link do produto — veja a seção de CTA abaixo para acessar a página do SG-3016-G e outros recursos. Referência: para mais artigos técnicos consulte: https://blog.lri.com.br/

Introdução ao SG-3016-G: visão geral e conceito fundamental

O SG-3016-G é um condicionador modular de sinais para pontes (full-bridge, half-bridge, quarter-bridge) projetado para converter microvolts/mV provenientes de extensômetros em sinais condicionados, isolados e linearizados. A arquitetura típica inclui um amplificador de instrumentação de alta CMRR, fonte de excitação regulada, filtros anti-aliasing e isolamento galvânico entre entrada e saída. Estes blocos permitem medições de alta resolução, reduzindo ruído e offset, essenciais para aplicações industriais críticas.

Tecnicamente, o SG-3016-G fornece ganho ajustável, excitação estabilizada (ex.: 5 V ou 10 V), calibração de zero/span e saída compatível com sistemas de aquisição (analógica ou digital). A robustez elétrica (isolamento ≥ 1500 Vrms) e o acondicionamento térmico asseguram estabilidade em ambientes industriais. Por isso ele é indicado quando a rastreabilidade metrológica e a compatibilidade com normas são requisitos do projeto.

Além disso, o SG-3016-G foi concebido para instalação em trilho DIN, integração com gateways Modbus/Profinet e uso em racks para múltiplos canais. Seu design facilita manutenção, substituição de módulos e escalabilidade em projetos IIoT/Indústria 4.0. A escolha do condicionador correto impacta diretamente a precisão final da cadeia de medição (sensor → condicionador → ADC → SCADA).

O que é o SG-3016-G? Definição técnica e componentes principais

O SG-3016-G é composto por quatro blocos funcionais principais: amplificador de instrumentação, fonte de excitação com proteção, etapa de filtragem/anti-aliasing e isolamento galvânico. O amplificador fornece ganho preciso com baixa deriva térmica; a excitação mantém Vexc estável frente a variações de carga/temperatura; os filtros limitam banda para reduzir ruído e aliasing; o isolamento protege contra loops de terra e transientes industriais. Esses elementos são integrados para entregar um sinal linear e confiável ao sistema de aquisição.

Em termos de I/O, o SG-3016-G aceita entradas de ponte (full/half/quarter) com faixa típica de alguns mV/V e apresenta saídas compatíveis com tensões analógicas padrão (ex.: 0–10 V, 4–20 mA) ou saída digital quando acoplado a conversores/ADC. O módulo também oferece ajustes de ganho e calibração via trimpots ou parâmetros digitais, conforme variante do produto. Indicadores LED e pontos de teste facilitam verificação em campo.

O condicionador incorpora proteções como proteção contra inversão de polaridade, supressão de surto e filtragem EMI, contribuindo para conformidade com normas EMC (IEC 61326-1) e desempenho estável em ambientes ruidosos. As especificações elétricas e ambientais são elementares para projetistas avaliar compatibilidade com requisitos de MTBF e manutenção preditiva.

Principais aplicações e setores atendidos pelo SG-3016-G

O SG-3016-G encontra aplicação em pesagem industrial, linhas de produção automotiva, monitoramento de estruturas (pontes, turbinas), ensaios e pesquisa, além de utilities que monitoram transmissões mecânicas e vibroacústica. Seu uso é frequente em racks de aquisição para múltiplas células de carga e em sistemas de monitoramento estrutural onde a precisão e isolamento são críticos. A modularidade facilita projetos que demandam escalonamento gradual.

Nos setores de energia e utilities, o SG-3016-G serve para monitoramento de tensões e deformações em componentes críticos, suportando estratégias de manutenção preditiva e conformidade regulatória. Na indústria automotiva e P&D, é usado em bancadas de teste para medição dinâmica com alta resolução. Em pesagem certificada a rastreabilidade e linearidade são requisitos chave que o condicionador ajuda a cumprir quando integrado a sistemas de aquisição aprovados.

Para integradores e integradores de sistemas, o produto reduz o tempo de comissionamento por oferecer ajustes finos e interfaces conhecidas. Em ambientes IIoT/Indústria 4.0, o condicionador funciona como camada de borda (edge) de interpretação do sensor, fornecendo dados confiáveis ao gateway para analytics e digital twins.

Setores prioritários (indústria, energia, automotivo, pesagem, pesquisa)

Na indústria de manufatura, o SG-3016-G é indicado para controle de processos que dependem de medições de força/tensão; o ganho ajustável permite adaptação a diversas células de carga. No setor de energia, ele monitora deformações em suportes, eixos e estruturas sujeitas a fadiga, integrando-se a sistemas de monitoramento contínuo. Para automotivo, é peça-chave em bancadas de testes de componentes e subsistemas.

Em aplicações de pesagem industrial, o condicionador garante linearidade e baixo drift, requisitos para conformidade metrológica e para sistemas com múltiplas células em plataforma. Em pesquisa e P&D, o destaque é a resolução e a possibilidade de integração com DAQ de alta performance para ensaios dinâmicos e quasi-estáticos. Essas propriedades o tornam versátil para projetos que exigem medição de alta confiança.

Os requisitos típicos por setor incluem imunidade a EMI, estabilidade térmica (baixo drift), isolamento galvânico e facilidade de calibração. A conformidade parcial ou total com normas e certificações facilita a inserção do SG-3016-G em ambientes regulamentados, reduzindo barreiras de homologação.

Cenários de aplicação crítica (pesagem certificada, monitoramento estrutural)

Em pesagem certificada, é fundamental garantir precisão, linearidade e rastreabilidade. O SG-3016-G ajuda a minimizar erros decorrentes de variação de excitação e ruído, e quando combinado com ADCs e sistemas de registro certificados, permite resultados que atendem requisitos de qualidade e auditoria. A documentação de calibração e logs de ajuste são práticas recomendadas para conformidade.

No monitoramento estrutural, as leituras de strain são usadas para detectar fadiga e sobrecarga. A frequência de amostragem, filtragem anti-aliasing e estabilidade térmica do condicionador impactam diretamente na detecção de eventos críticos. O uso de isolamento galvânico evita que transientes na rede estraguem medições sensíveis.

Para ambos os cenários é recomendável seguir normas aplicáveis e implementar procedimentos de verificação periódica (zero/span), assim como monitorar MTBF e indicadores de saúde do dispositivo para garantir disponibilidade e integridade dos dados.

Especificações técnicas do SG-3016-G (tabela de fácil leitura)

Tabela — Especificações principais

Parâmetro Valor (típico)
Tipo de entrada Full/Half/Quarter bridge (strain gauge)
Faixa de medição ±15 mV/V (selecionável)
Sensibilidade suportada 0.33 ~ 3.0 mV/V
Excitação 5 V / 10 V regulada (selecionável)
Impedância de entrada ≥ 3500 Ω
Resolução (quando acoplado a ADC 24-bit) ≤ 1 µV (dependente do ADC)
Precisão / Linearity ±0.02% FS típica
Tempo de resposta / Banda DC – 1 kHz (ajustável por filtro)
Isolamento Galvânico ≥ 1500 Vrms
Protocolos digitais Saída analógica (0–10 V / 4–20 mA); compatível com gateways Modbus/IIoT
Alimentação 24 V DC (typ.)
Consumo ~2–4 W
Dimensões Módulo DIN-rail (ex.: 17.5 mm x N canais)
Temperatura de operação -20 °C a +70 °C
Certificações EMC IEC 61326-1, testes ambientais IEC 60068 (consulte ficha)
MTBF >100,000 h (dependente de condições operacionais)

Observação: Valores acima são representativos; confirme a ficha técnica oficial do SG-3016-G na página do produto para dados finais.

Notas técnicas e limites operacionais

As tolerâncias de precisão e linearidade dependem de condições ambientais: temperatura, humidade e ruído elétrico. O drift térmico deve ser avaliado conforme ambiente — muitos condicionadores apresentam compensação de temperatura, mas a faixa operacional deve ser respeitada para manter exatidão. Recomenda-se operação dentro de -10 °C a 60 °C para aplicações críticas de medição.

A escolha do ganho, filtro e faixa de excitação impacta diretamente a resolução efetiva do sistema. Em casos de múltiplas células de carga, o balanceamento e a verificação de ponte (bridge balancing) são essenciais para minimizar erro de common-mode. A instalação elétrica deve priorizar aterramento único e uso de cabos trançados e blindados.

Em ambientes industriais com alta interferência, considere o uso de filtros adicionais e o respeito às normas EMC. A conformidade com requisitos de segurança e certificações específicas (por exemplo para equipamentos médicos, IEC 60601-1) deve ser verificada caso a caso.

Importância, benefícios e diferenciais do SG-3016-G

O SG-3016-G melhora medições de strain gauge ao fornecer excitação estável, ganho preciso e isolamento que reduz ruído e loops de terra. Isso resulta em menor drift, maior repetibilidade e confiabilidade nas leituras, aspectos críticos em medições de processos e pesagem. A conversão correta do sinal de ponte para níveis compatíveis com ADCs industriais garante aproveitamento máximo da resolução disponível.

Operacionalmente, os ganhos incluem redução de retrabalhos, menor tempo de comissionamento e diminuição de manutenção corretiva. A robustez do módulo e a documentação técnica facilitam a integração com sistemas SCADA e com arquitetura IIoT, acelerando implantação de monitoramento em plantas industriais. Em resumo, o condicionador aumenta a qualidade da informação que alimenta decisões de operação e manutenção.

Os diferenciais da ICP DAS residem em suporte técnico especializado, compatibilidade com ecossistemas industriais e fornecimento de variantes modulares para diferentes requisitos de canais e interfaces. Além disso, a possibilidade de integração direta com gateways e software facilita a coleta e normalização dos dados para analytics.

Benefícios operacionais e técnicos (precisão, estabilidade, isolamento)

A precisão é garantida por amplificadores com alta CMRR e baixo offset, reduzindo erro causado por sinais de modo comum. A estabilidade temporal (baixo drift) é alcançada com componentes de baixa deriva e técnicas de compensação térmica. O isolamento galvânico protege contra sobretensões e evita loops de terra que poderiam introduzir erros significativos.

Do ponto de vista operacional, isso se traduz em menos recalibração, maior disponibilidade de dados válidos e melhores condições para implementar manutenção preditiva. A imunidade a ruído elétrico reduz falsos alarmes e permite uso em proximidade de motores e inversores de frequência. Esses benefícios impactam diretamente o ROI em projetos de medição crítica.

Para aplicações IIoT, a qualidade do dado proveniente do condicionador determina a eficácia de modelos de analytics e digital twins. Um sinal limpo e confiável aumenta a precisão de monitoramentos preditivos e a confiança nas ações automatizadas.

Diferenciais da ICP DAS e valor agregado (suporte, compatibilidade, certificações)

A ICP DAS oferece documentação técnica detalhada, bibliotecas para integração e suporte em campo para configuração e parametrização, o que reduz risco de projeto. A compatibilidade com padrões industriais (p.ex., Modbus via gateways) facilita integração com sistemas existentes. Serviços adicionais como calibragem e testes sob demanda agregam valor para clientes regulados.

A presença de opções modulares permite que integradores dimensionem soluções por canal e por redundância, controlando custo sem sacrificar desempenho. Além disso, o histórico de projetos em utilities e indústria confere confiança e validação de uso em escala.

A disponibilidade de atualizações de firmware, notas de aplicação e exemplos de integração com SCADA são diferenciais operacionais que aceleram time-to-market de projetos.

Guia prático: Como instalar e usar o SG-3016-G passo a passo

Antes da instalação, verifique compatibilidade do sensor (tipo de ponte, sensibilidade), cabos (blindagem, bitola), alimentação (24 VDC estável) e ferramentas (multímetro, fonte de alimentação). Prepare documentação de calibração, números de série e plano de teste. Planeje pontos de aterramento e roteamento de cabos para evitar interferência com cabo de potência.

Para montagem física, instale em trilho DIN em ambiente ventilado e protegido de vibrações excessivas. Conecte a ponte ao terminal de entrada seguindo esquema (excitação +/-, sinal +/-, shield). Use cabos trançados e blindagem aterrada em apenas uma extremidade. Evite loops de terra conectando o shield a terra apenas no ponto de aquisição.

Configure ganho e filtro conforme sensibilidade do sensor e largura de banda requerida. Execute calibração: ajuste zero com ponte sem carga e span com carga conhecida. Registre parâmetros de calibração e valide leituras com cargas de referência antes de colocar em operação.

Preparação e checklist pré-instalação

  • Verificar tipo e sensibilidade da célula de carga (mV/V).
  • Conferir comprimento e tipo de cabo (blindagem, AWG).
  • Garantir alimentação 24 VDC com PFC se necessária estabilidade e conformidade.
  • Obter esquemas elétricos e plano de aterramento.
  • Ter instrumentos de verificação: multímetro, fonte calibrada, massa de prova.

Completar o checklist reduz chances de erros de instalação e facilita a fase de comissionamento. Documente as configurações iniciais para rastreabilidade e manutenção.

Instalação física e fiação (roteiro prático)

  1. Monte o módulo em trilho DIN e fixe cabos.
  2. Ligue a alimentação 24 VDC observando polaridade.
  3. Conecte ponte: Exc+, Exc-, Sig+, Sig-, e shield.
  4. Aterre a blindagem no ponto único (no módulo de aquisição ou no painel).

Evite passar cabos de sinal próximos a cabos de potência. Se necessário, separe por bandejas e use ferrites para supressão de EMI.

Configuração de parâmetros e ajuste fino (inclui calibração)

Ajuste o ganho para garantir que o sinal cheio utilize a faixa do ADC. Configure filtros anti‑aliasing para a banda útil do sinal e defina a taxa de amostragem com margem para Nyquist. Realize calibração zero/span: com ponte em condição de zero ajuste zero; aplique carga conhecida para ajustar span.

Registre todos os parâmetros em planilha de calibração e implemente verificação periódica em campo. Para aplicações críticas, execute calibração em múltiplas temperaturas para compensar drift.

Verificação e testes pós-instalação (procedimentos)

Teste de zero: confirme que saída se mantém estável com ponte sem carga. Teste de span: aplique carga padrão e verifique linearidade. Teste de imunidade: com carga aplicada, introduza ruído elétrico controlado para aferir comportamento.

Use logs para verificar estabilidade ao longo de horas e dias. Documente resultados e compare com especificações de precisão e drift.

Manutenção preventiva e solução de problemas comuns

Faça inspeção visual periódica, verifique tightness dos terminais e integridade do cabo. Monitore deriva de zero e variações de ganho ao longo do tempo. Problemas comuns incluem drift por má excitação, ruído por falta de aterramento e leituras inconsistentes por cabos danificados.

Para solução: verifique alimentação, reaplique calibração, testar com outra célula de carga conhecida e isolar possíveis fontes de EMI. Quando necessário, acione suporte técnico da ICP DAS para diagnóstico avançado.

Integração com sistemas SCADA/IIoT para o SG-3016-G

O SG-3016-G normalmente fornece sinal condicionado a ser lido por ADCs ou gateways que expõem dados via Modbus, OPC UA, EtherNet/IP ou outros protocolos industriais. A arquitetura típica é: sensor → SG-3016-G (condicionador) → gateway/ADC → SCADA/IIoT. É importante mapear registradores, definir taxa de amostragem e tratamento de dados (filtros, média, alarms).

Para integração IIoT, recomenda-se normalizar leituras em unidades físicas (N, kN, kgf) já no gateway, adicionar metadados (local, canal, serial) e aplicar compressão/edge analytics para reduzir tráfego. A segurança deve contemplar segmentação de rede, VPNs e certificados para evitar exposição de dados sensíveis.

Ao projetar a integração, priorize latência para aplicações em laços de controle e confiabilidade para monitoração. Defina políticas de retenção e sincronização com historian para análises long-term e modelos preditivos.

Protocolos e interfaces suportados (Modbus, Ethernet, etc.)

Embora o SG-3016-G seja um condicionador analógico, sua integração passa por ADCs e gateways que normalmente suportam Modbus RTU/TCP, OPC UA e protocolos proprietários. Mapear corretamente registradores e escalas é essencial para evitar erros de engenharia. Para alta performance, escolher gateways com buffers e timestamping preciso.

Documentação de mapeamento de registradores e exemplos de configuração aceleram integração com SCADA. Use watchdogs e heartbeats para monitorar integridade do canal.

Arquitetura de integração (exemplo: sensor → SG-3016-G → gateway → SCADA/IIoT)

Uma arquitetura típica: múltiplos SG-3016-Gs montados em painel alimentam um ADS/ADC centralizado que envia dados via Modbus TCP para o servidor SCADA. Para IIoT, dados também são replicados a um broker MQTT via gateway com edge analytics. Atenção a sincronização de clocks e timestamps para correlação entre canais.

Dimensione banda e buffer para picos de amostragem e defina lógica de agregação no edge para reduzir latência. Teste carga e falha para garantir disponibilidade.

Segurança, coleta de dados e normalização para IIoT

Implemente network segmentation, use TLS/DTLS onde aplicável e autenticação forte em gateways. Normalize dados em formato JSON ou OPC UA Information Models para compatibilidade com plataformas de analytics. Registre metadados e versionamento de firmware para auditoria.

Monitore integridade dos dados e implemente pipelines de validação (range checks, plausibility) para evitar modelos alimentados por dados fora do espectro esperado.

Exemplos práticos de uso com o SG-3016-G

Exemplo 1 — Em um sistema de pesagem industrial com múltiplas células de carga, cada célula é conectada a um SG-3016-G configurado com ganho e excitação apropriados. As saídas são consolidadas por um ADC central que realiza soma ponderada, calibragem e fornece sinal ao PLC/SCADA para controle de processo e registro metrológico.

Exemplo 2 — Para monitoramento estrutural, extensômetros distribuem sinais para vários SG-3016-Gs. Amostragem relativamente baixa com filtros passa-baixa evitam ruído de alta frequência, enquanto detecção de pico e alarms são configurados no gateway para avisar sobre condições de fadiga.

Exemplo 3 — Em P&D, um banco de testes usa SG-3016-Gs acoplados a DAQ de 24-bit para capturar ensaios dinâmicos. A alta resolução permite análise modal e modelagem de materiais; logs com timestamp de alta precisão suportam pós-processamento e validação de modelos.

Exemplo 1 — Sistema de pesagem industrial com múltiplas células de carga

Topologia: cada célula → SG-3016-G → ADC multicanal → PLC. Parâmetros: ganho por canal calibrado, filtro para eliminar vibracões. Validação: teste de linearidade com pesos certificados e verificação diária de zero/span.

Resultado esperado: leituras estáveis com precisão que atende requisitos metrológicos, reduzindo erros de produção e acarretando economia operacional.

Exemplo 2 — Monitoramento de tensão em estrutura metálica (strain monitoring)

Implantação: extensômetros em pontos críticos, SG-3016-Gs instalados próximos às instrumentações, gateways remotos para transmissão. Configuração de alarmes por thresholds e verificação periódica por inspeção física.

Benefício: detecção precoce de fadiga e redução de riscos de falha catastrófica, contribuindo para segurança e eficiência operacional.

Exemplo 3 — Bancada de testes em P&D (aquisição de sinal de alta resolução)

Configuração: SG-3016-G + DAQ 24-bit, amostragem sincrona, filtros ajustados para banda de interesse. Dicas: calibrar antes de cada série de testes, utilizar aterramento único e registrar ambiente para análise de drift.

Resultado: dados de alta fidelidade que suportam desenvolvimento de produto e certificações.

Comparações, produtos similares da ICP DAS e erros técnicos comuns

Ao comparar o SG-3016-G com outras soluções ICP DAS, considere número de canais, precisão, opções de saída (4–20 mA vs 0–10 V), isolamento e facilidade de integração com gateways Modbus/IIoT. Modelos com ADC integrado reduzem necessidade de hardware adicional, enquanto módulos analógicos podem oferecer flexibilidade em racks.

Erros comuns incluem: fiação incorreta de ponte (inversão de sinais), falta de aterramento adequado, ganho mal configurado levando a saturação ou perda de resolução, e desconsiderar drift térmico. Evite esses problemas seguindo checklist de instalação e calibragem.

Critérios de escolha: para alta precisão e múltiplos canais integrados, opte por modelos com ADC embarcado; para soluções distribuídas, módulos analógicos como o SG-3016-G podem ser ideais pela modularidade. Avalie total cost of ownership, suporte e compatibilidade com o ecossistema existente.

Comparação técnica com modelos ICP DAS similares (condicionador, strain gauge)

  • SG-3016-G: modular, alta precisão, isolamento robusto — ideal para múltiplas células.
  • Modelo X (exemplo): com ADC integrado e comunicação Modbus/TCP — reduz cabos e simplifica integração.
  • Modelo Y: versão econômica para aplicações menos críticas, menor resolução e função básica.

Considere trade-offs entre custo inicial e funcionalidade que reduz custo operacional.

Erros comuns na seleção e instalação (e como evitá-los)

  • Seleção de ganho errado: calibrar com carga conhecida.
  • Ignorar blindagem: usar cabos trançados e shield.
  • Loops de terra: estabelecer aterramento único e isolamento galvânico.
  • Não ler ficha técnica: conferir limites de temperatura e certificações.

Implementar procedimentos e treinamento reduz falhas de campo.

Critérios de escolha: quando optar pelo SG-3016-G vs alternativas

Escolha SG-3016-G quando precisar de módulos condicionadores confiáveis, escaláveis e com bom isolamento elétrico. Opte por alternativas com ADC integrado quando a redução de hardware e latência for prioritária. Use checklist: precisão requerida, número de canais, ambiente (temperatura/EMI), necessidade de certificação, e budget.

Conclusão

O SG-3016-G é uma solução robusta e versátil para condicionamento de sinais de strain gauge em aplicações industriais, pesagem e monitoramento estrutural. Seu design foca precisão, isolamento e facilidade de integração com arquiteturas SCADA/IIoT, contribuindo para dados de alta qualidade e decisões operacionais confiáveis. Para aplicações que exigem essa robustez, a série SG-3016-G da ICP DAS é a solução ideal. Confira as especificações completas e solicite suporte técnico em: https://www.lri.com.br/sg-3016-g-condicionador-de-sinal-entrada-strain-gauge.

Se quiser comparar com outros condicionadores ou explorar integração com gateways e software IIoT, consulte também estes artigos do blog para aprofundamento: https://blog.lri.com.br/condicionamento-de-sinais-em-iiot e https://blog.lri.com.br/instrumentacao-de-pesagem-industrial. Para aplicações complementares e produtos relacionados visite a seção de produtos no blog: https://blog.lri.com.br/.

Próximos passos: reúna dados do projeto (tipo de célula, sensibilidade, número de canais, ambiente) e solicite uma cotação ou demonstração técnica. Nossa equipe pode auxiliar na escolha do perfil de ganho, topologia de aquisição e no cálculo de ROI para projetos-piloto e escala. Pergunte nos comentários, compartilhe seu caso e vamos ajudar a especificar a solução ideal.

Referência: para mais artigos técnicos consulte: https://blog.lri.com.br/

Leandro Roisenberg

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